Onde estamos

Em Sines, desde 4 de Julho de 2003, ao fundo da avenida principal da cidade, onde acabam os prédios e começam as vivendas, volta à esquerda e... chegou!

Av. 25 de Abril, 8 - loja C

7520-107 SINES

T.: 269630954

F.: 269630955

adasartes@gmail.com

http://adasartes.blogspot.com

segunda-feira, outubro 31, 2011

Isabel Castanheira



Parabéns à Isabel Castanheira por lhe ser atribuído o Prémio Livreiro no Congresso do Livro que decorreu nos Açores no passado fim-de-semana.Lamentavelmente estas coisas acontecem, muitas vezes, como que de uma forma "póstuma".


Julgo que a Isabel preferia não ter o prémio e ter conseguido manter aberta a Livraria 107, nas Caldas da Rainha... Muitas vezes, no entanto, há valores que falam mais alto que a coragem...


Parabéns mulher-coragem!

quinta-feira, outubro 27, 2011

Luís Guerra nos melhores do mundo!

Ao longo de 8 anos de existência a livraria A das Artes já viu crescer vários autores. Através das iniciativas realizadas desde a abertura vários foram os escritores, artistas plásticos, actores, performers, bailarinos que por aqui passaram. Com a sua generosidade, com a sua arte, com muita amizade.

E é através da amizade, na maior parte das vezes, que se deslocam dezenas ou centenas de quilómetros para estarem connosco.

Desta forma o nosso público, os nossos amigos tiveram oportunidade de com eles contactarem e apreciarem ao vivo - e de perto - o seu trabalho.

Alguns, poucos, não voltaram. Na generalidade há repetentes. E, de cada vez que por cá passam, são mais conhecidos, o seu trabalho evoluiu, subiram degraus no mundo adverso das artes. Alguns deles, vieram quase desconhecidos pela primeira vez e voltaram premiados.

É com indesmentível prazer e orgulho que vemos a notícia de que um dos nossos amigos foi considerado, por uma importante revista inglesa da especialidade, o 17º numa lista dos 100 melhores bailarinos do mundo em dança contemporânea.

Chama-se LUÍS GUERRA. É bailarino e coreógrafo e, por duas vezes, com a sua companheira, também coreógrafa e bailarina, Tânia Carvalho, esteve n'A das Artes. Foi ideia dele o Versedanças - um dia inteiro a dançar na livraria, na rua, no quarteirão. Com eles estiveram a Constança Couto e o Rogério Pires.

Aqui fica, em registo, o nosso agradecimento a todos eles e, em especial ao Luís. Para ti, Luís, os nossos parabéns e os votos de continuação do óptimo trabalho (nunca me esquecerei do Pixel!).

A notícia é do JN de 24 de Outubro de 2011.

A foto é de 5 de junho de 2004 n'A das Artes - 1ª edição de Versedanças.

sábado, outubro 22, 2011

ArtGraf e Viarco n'A das Artes



Através de uma parceria entre a Viarco, a única fábrica de lápis do País e uma das mais ecléticas do mundo no seu género, e a livraria A das Artes, pode agora adquirir no nosso espaço produtos daquelas conceituadas marcas destinados à arte ou a ofertas de prestígio. Veja nas imagens alguns exemplos.


terça-feira, setembro 20, 2011

Para acabar de vez com a leitura ou...

...ser solidário.


Sem mais palavras, veja o artigo da colega Helena aqui http://fontedeletras.blogspot.com/2011/09/um-dia-de-furia.html

segunda-feira, setembro 12, 2011

quarta-feira, setembro 07, 2011

Eduardo Galeano (sem comentários)


Obrigado ao Luís Patta pela indicação deste vídeo

quarta-feira, agosto 31, 2011

Sérgio Godinho PARABÉNS!

São oito os anos que separam as duas imagens.

Na primeira, Sérgio Godinho inaugura a livraria A das Artes, em Sines.

Na segunda, mais uma vez SG se desloca a Sines, a convite d'A das Artes e no âmbito do Festival Músicas do Mundo, para apresentar o seu livro de poesia, editado pela Assírio e Alvim "O sangue por um fio".


A generosidade do autor merece aqui a referência com os votos de parabéns no dia do seu aniversário.

terça-feira, agosto 23, 2011

Assírio & Alvim



CAMPANHA DE SENSIBILIZAÇÃO PARA A LEITURA


O corolário de uma colaboração amiga

segunda-feira, julho 04, 2011

Onde está o meu livreiro?

No metro, nos correios, junto da banca das couves no supermercado, ele é ver livros brotar dos recantos mais insuspeitos e, estranheza maior, leitores que chegam ao balcão dos correios empunhando contas de electricidade e sérios tomos de auto-ajuda.Restam poucas dúvidas de que pisámos, aqui, uma linha limítrofe.
Mas limítrofe de quê?
Que princípios culturais são estes que regem a compra e venda de livros?
As vendas tomaram de assalto a indústria do livro e o leitor foi elevado à condição de consumidor. A quantos de nós, leitores, nos perguntaram editores, livreiros ou autores, o que gostaríamos de ler?
Será que nos revemos verdadeiramente nos escaparates atolados de novidades ou que as nossas escolhas estão, hoje, mais condicionadas que nunca pela abundância de oferta e ausência de aconselhamento.
Onde está o meu livreiro?
Quem é o meu editor?
Por que comprei este livro?

Convidados com presença já confirmada:

Ricardo Ribeiro, Joaquim Gonçalves, Pedro Vieira, Luís Guerra

Moderação: Rosa Azevedo

terça-feira, junho 14, 2011

quinta-feira, junho 09, 2011

O humor de Al Berto

Há uns anos, contaram-me um episódio hilariante passado num festival de escritores com o saudoso poeta Al Berto que, não por acaso, Eduardo Lourenço considerou o último «poeta-mito».

ver tudo AQUI

segunda-feira, maio 23, 2011

Zeca Afonso voltou!

Já está disponível nova edição do livro

José Afonso - Todas as canções

Partituras, letras, cifras


Um excelente trabalho de transcrição da obra de Zeca cuja primeira edição esgotou rapidamente.


A responsabilidade das trascrições cabe a Guilhermino Monteiro, João Lóio, José Mário Branco e Octávio Fonseca.


À venda n'A das Artes: 22,00€

quarta-feira, maio 11, 2011

Imperdível

Mesmo, mesmo, imperdível! É só seguir o link http://livreiranarquista.tumblr.com/

sexta-feira, março 18, 2011

Casa de José Saramago

ATITUDE MAGISTRAL

A partir de hoje, a casa onde José Saramago viveu parte da sua vida, em Lanzarote, abre as portas ao público. De segunda a sábado, entre as 10h e as 14h, pode visitar-se a Casa e a Biblioteca, com a companhia de guias devidamente conhecedores dos objectos, dos móveis, das imagens, de tudo o que compõe uma casa onde se vive e trabalha. Na Biblioteca, a loja da Casa terá à venda livros de José Saramago em várias línguas, com excepção do castelhano… é que ali perto, em Tías, a única livraria local seria gravemente prejudicada, pelo que que quem quiser comprar as edições de Saramago na língua de Cervantes pode fazê-lo na livraria Libertad.

(Retirado, com a devida vénia, do Cadeirão Voltaire. Continuar a ler AQUI)

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Cadeias livreiras por Francisco José Viegas

"A mítica livraria Waterstones de Piccadilly Circus, em Londres, vai deixar de ser livraria – em seu lugar, ficará um cinema. Ao mesmo tempo, fecha mais 11 lojas, incluindo as duas de Dublin, com mais de vinte anos de vida. Nos EUA, a cadeia de livrarias Borders prepara-se para dizer o adeus definitivo. A culpa é do livro digital? Não apenas. É sobretudo de uma gestão virada para o “capital financeiro”, que acreditava que podia vender livros da mesma forma que venderia produtos de limpeza [...]" Texto completo AQUI

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Os mais vendidos

Os 10 mais vendidos em Dezembro de 2010:

O anjo branco, José Rodrigues dos Santos
Dama de Espadas, Mário Zambujal
Aproveitem a vida, António Feio
Marina, Carlos Ruiz Zafón
Todas as canções, José Afonso
A minha casa é o teu coração, Margarida Rebelo Pinto
O viajante do século, Andrés Neuman
O bom inverno, João Tordo
Nós de amor, Helena Sacadura Cabral
O livro da consciência, António Damásio

Os 10 mais vendidos no ano de 2010:

O anjo branco, José Rodrigues dos Santos
As 3 vidas, João Tordo
a máquina de fazer espanhois, valter hugo mãe
O viajante do século, Andrés Neuman
Aproveitem a vida, António Feio
A arte de morrer longe, Mário de Carvalho
O bom inverno, João Tordo
Marina, Carlos Ruiz Zafón
Dama de Espadas, Mário Zambujal
Fúria divina, José Rodrigues dos Santos

quinta-feira, dezembro 16, 2010

Zeca Afonso

Finalmente toda a obra de Zeca Afonso - letras, pautas e cifras!
Este é, para nós, o grande lançamento de Dezembro.
Diga-nos que o viu no nosso blogue e ganhe 10% de desconto na livraria.

PREFÁCIO

«"José Afonso é o nosso maior cantor de intervenção!"
Este elogio tão consensual e aparentemente tão generoso é a forma mais eficaz de liquidar a obra do grande mestre da música popular portuguesa no que ela tem de universal e de artisticamente superior.
Não é sequer uma meia verdade. É, de facto, uma «falsa» verdade.
Reduzir José Afonso ao cantor de intervenção, que ele também foi, é induzir no grande contingente de distraídos a ideia de menoridade artística, (mal) associada à canção política.É claro que, numa análise larga, podemos considerar cada cantiga de José Afonso uma canção de intervenção, na medida em que todas elas reflectem a sua forma de estar na vida e de a observar. Desse ponto de vista, cada uma das suas cantigas foi concebida deliberadamente à revelia da ideologia dominante e contra ela.
Na realidade, porém, as canções de conteúdo expressamente político são até minoritárias no conjunto da sua obra.
Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção, é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX. E se não teve o impacto mundial que merecia, foi tão-somente porque ele nasceu onde nasceu.
Além disso, essa etiqueta é um óptimo álibi para que os divulgadores musicais o possam banir com toda a tranquilidade. Porque "a música de intervenção já teve o seu tempo e já não interessa ao grande público".
Mas sejamos justos: se a rádio e a televisão ignoram a obra de José Afonso, esse facto não se deve apenas ao analfabetismo musical e ao mau gosto de muitos dos seus directores de programas. Deve-se também às imposições do mercado, para o qual e com o qual esses directores trabalham.
Sintomaticamente, essa marginalização não tem hoje reflexo no meio musical. Pelo contrário, de há uns anos a esta parte, José Afonso passou a ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos.
Este facto atesta bem a sua importância na história da música popular portuguesa. Graças ao seu talento excepcional, renovou a nossa canção popular a partir da tradição musical coimbrã em que se iniciou, integrando novas influências e marcando decisivamente as gerações seguintes. A esse papel não são estranhos três factores resultantes da sua própria vivência: o meio universitário coimbrão, culto e boémio, onde estudavam jovens oriundos de zonas rurais ou semi-rurais, que integrava já, na tipicidade das suas baladas, fortes influências da poesia e da música tradicionais de várias regiões do país, sobretudo das Beiras e dos Açores; a instabilidade, pouco normal para a época, da sua infância e da sua adolescência, que muito cedo o levou a contactar com meios socioculturais muito diferentes; uma cultura literária acima da média, adquirida sobretudo em Coimbra, que contribuiu para elevar os seus padrões de qualidade no uso da palavra cantada.

Mestre incontestado da canção popular portuguesa, simultaneamente um genial autor e intérprete de canções, cidadão exemplar e incansável lutador pela liberdade e pela justiça no contexto da ditadura salazarista, mas também no pós 25 de Abril, a sua vasta obra discográfica, iniciada em 1953 e terminada em 1985, constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem.
José Afonso deixou-nos em 1987. Num país tremendamente desculturado e desatento foi preciso esperar quase um quarto de século para ver aparecer o presente trabalho, que reúne as partituras de todas as 159 canções que gravou, com as respectivas letras e cifras, exceptuando apenas os fados de Coimbra de autoria alheia que interpretou.
Para que este livro possa constituir um complemento de alguma utilidade para quem pretender conhecer e estudar a sua obra, optámos pela transcrição fidedigna do que está registado nos fonogramas, independentemente de pensarmos, num ou outro caso, que poderia haver outras soluções ao nível da estrutura ou da harmonia. Pela mesma razão, não sugerimos qualquer hipótese de harmonização, quando a harmonia não é evidente no arranjo.
Apenas nos permitimos alterar a tonalidade de algumas canções na transcrição, nos seguintes três casos:
— Para que a partitura reflicta a digitação utilizada, nas situações em que a afinação habitual das violas foi alterada;
— Quando os instrumentistas utilizaram um transpositor;
— No limite, quando a tonalidade da gravação, com pequena diferença de tessitura, poderia dificultar desnecessariamente a leitura e a execução.
A autoria das letras e das músicas é de José Afonso, excepto quando são indicados outros autores.
Esperamos que este José Afonso — Todas as canções possa contribuir para um melhor conhecimento e estudo deste precioso património.»

Guilhermino Monteiro
João Lóio
José Mário Branco
Octávio Fonseca

Já na sua livraria, em Sines!

352 páginas - PVP: 22,00
(imagens e transcrição do Prefácio "roubados" ao blogue da Assírio & Alvim)